Gosto da ideia e do desenlace da proposta portuguesa junto da UNESCO. O fado é agora tão mais flexível do que era há uns anos atrás. Há associações e promiscuidades impensáveis até há umas décadas atrás. Confesso que o fado como estilo não é o meu. Mas há fados que estão arreigados nas memórias da minha infância, fazem parte do meu coral emotivo. Gosto de ouvir Mariza, Dulce Pontes, Carminho e Cristina Branco e sempre gostei de ouvir Carlos do Carmo, Amália e da voz e estilo descarados da Hermínia Silva.

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